Reuniões:
08/9 : reunião para a decisão do texto para a história em quadrinhos .
15/09: Rascunho do texto que haverá 6 quadrinhos,com falas dos personagens e será no power point.
Introdução:
Inês de Castro(no canto III) - Nasceu em 1320 ou 1325- galiza -amada pelo Rei D.Pedro I,que com ele teve 4 filhos.
Inês de Castro Foi um episódio- (Lirico amoroso ) que simboliza a força do amor em Portugal. Ela foi assacinada em Coimbra as ordens do Rei D.Afonso IV. Isso aconteceu em 7 de janeiro de 1355 e diz a lenda que D.Pedro,inconformado,mandou vestir a noiva com rupas nupciais,sentou o cadáver no trono e fez os nobres lhe beijarem a mão.
Estava,linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano da alma ,ledo e cego,
Que a fortuna não deixar durar muito,
Nos saudosos campos de Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuito,
Aos montes insinando a às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.
Do teu Príncipe ali te respondiam
As lembranças que na alma lhe moravam,
Que sempre ante seus olhos te traziam,
Quando dos teus fermosos se apartavam;
De noite,em doces sonhos que mentiam,
De dia, em pensamentos que voavam;
E quanto,enfim,cuidava e quanto via
Eram tudo memórias de alegria.
Qual contra a linda moça Plycena,
Consolação extrema da mãe velha,
Porque a sombra da Aquiles a condena;
Co ferro o duro Pirro se aparelha;
Mas ela,os olhos,com que o ar serena
( Bem como paciente e mansa ovelha),
Na mísera mãe postos,que endoudece,
Ao duro sacrifício se oferece:
Tais contra Inês os brutos matadores,
No colo de alabastro,que sustinha
As obras que amor matou de amores
Aquele que depois a fez rainha,
As espadas banhado e as brancas flores,
Que ela dos olhos seus regada tinha,
Se encarniçavam,fervidos e irosos,
No futuro castigo não cuidosos.
Tirar Inês ao mundo determina,
Por lhe tirar o filho que tem preso,
Crendo co sangue só da morte indina
Matar do firme amor o fogo aceso.
Que furor consentiu que a espada fina
Que pôde sustentar o grande peso
Do furor Mauro, fosse alevantada
Contra hûa fraca dama delicada?
Traziam-a os horríficos algozes
Ante o Rei, já movido a piedade;
Mas o povo, com falsas e ferozes
Razões, à morte crua o persuade.
Ela, com tristes e piedosas vozes,
Saídas só da mágoa e saudade
Do seu Príncipe e filhos, que deixava,
Que mais que a própria morte a magoava,
Assim como a bonina, que cortada
Antes do tempo foi, cândida e bela,
Sendo das mãos lacivas maltratada
Da minina que a trouxe na capela,
O cheiro traz perdido e a cor murchada:
Tal está, morta, a pálida donzela,
Secas do rosto as rosas e perdida
A branca e viva cor, com a doce vida.
As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo chorando memoraram,
E, por memória eterna, em fonte pura
As lágrimas choradas transformaram.
O nome lhe puseram, que inda dura,
Dos amores de Inês, que ali passaram.
Vede que fresca fonte rega as flores,
Que lágrimas são a água e o nome Amores!
Nomes dos componentes do grupo: Thamiris,Mayane,Rayane Signorine, Milena ,Jorge Lucas ,Wesley e Mateus Silva.

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