Nos gostamos muito da apresentação do trabalho foi muito legal o dia do teatro porque nos nunca fizemos um trabalho assim de teatro e também nos fizemos uma boa apresentação foi diverdido e aproveitamos o momento do teatro para rir e se divertir foi muito legal a esperiencia de fazer um trabalho assim .
Ludmayra Aliria
Luiz Paulo
Rafaela Campos
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarteto
Nós gostamos muito de ter feito esse trabalho por que foi um trabalho diferente, foi muito divertido. Nos só não ficamos tão satisfeitos com a nossa apresentação que poderia ser melhor mais e que na hora ficamos muito nervosos e com isso esquecemos a ordem das falas o que deixou a apresentação com pouca ação. Bem nos tentamos dar o melhor de nos para esse trabalho, embora possa ter tido alguns problemas e imprevistos, estamos muito felizes com o resultado.
segredo de familia
Professora No dia da apresentação teve uma mudança de planos eu Mateus silva tive que colocar o Wesley e a Raiane no lugar de Veridiana e da Mariana temos aqui uma foto do ensaio de ultima hora foi tudo na correria mais conseguimos apresentar com bastante entrozamento pra quem não tinha ensaiado nada foi isso um dos motivos de não termos nos espleçados de uma forma mais adequada mais já agradeço pelo apoio e entendimento muito agradecido Mateus Raiane e Wesley
quarta-feira, 22 de junho de 2011
bobagem
Roteiro para a apresentação
I-Nome da peça
Bobagem
II- Nome dos alunos e personagens
Ludmayra ,Rafaela Campos e Luiz Paulo
III-Tema
Dois amigos que não se viam há muitos anos porque estavam brigados e nem se lembravam do porquê. Pensaram que deveria ser bobagem. Conversaram, beberam, marcaram um outro encontro, mas um deles não compareceu porque havia se lembrado da bobagem que os fez brigar.
IV- Ambiente, tempo e situação social
A história acontece cada um em sua casa , em tempo presente, e os personagens são de classe média.
V- Narrador (tipo)
O narrador é onisciente, pois ele não participa da história.
VI- Fala dos personagens
A linguagem é formal.
VII- Caracterização dos personagens
1° amigo – calça jeans , camisa e tênis
2° amigo _ calça jeans , camiseta e tênis
Roteiro para a apresentação
I-Nome da peça
Bobagem
II- Nome dos alunos e personagens
Ludmayra ,Rafaela Campos e Luiz Paulo
III-Tema
Dois amigos que não se viam há muitos anos porque estavam brigados e nem se lembravam do porquê. Pensaram que deveria ser bobagem. Conversaram, beberam, marcaram um outro encontro, mas um deles não compareceu porque havia se lembrado da bobagem que os fez brigar.
IV- Ambiente, tempo e situação social
A história acontece cada um em sua casa , em tempo presente, e os personagens são de classe média.
V- Narrador (tipo)
O narrador é onisciente, pois ele não participa da história.
VI- Fala dos personagens
A linguagem é formal.
VII- Caracterização dos personagens
1° amigo – calça jeans , camisa e tênis
2° amigo _ calça jeans , camiseta e tênis
Roteiro para a apresentação
I-Nome da peça
Bobagem
II- Nome dos alunos e personagens
Ludmayra ,Rafaela Campos e Luiz Paulo
III-Tema
Dois amigos que não se viam há muitos anos porque estavam brigados e nem se lembravam do porquê. Pensaram que deveria ser bobagem. Conversaram, beberam, marcaram um outro encontro, mas um deles não compareceu porque havia se lembrado da bobagem que os fez brigar.
IV- Ambiente, tempo e situação social
A história acontece cada um em sua casa , em tempo presente, e os personagens são de classe média.
V- Narrador (tipo)
O narrador é onisciente, pois ele não participa da história.
VI- Fala dos personagens
A linguagem é formal.
VII- Caracterização dos personagens
1° amigo – calça jeans , camisa e tênis
2° amigo _ calça jeans , camiseta e tênis
Roteiro para a apresentação
I-Nome da peça
Bobagem
II- Nome dos alunos e personagens
Ludmayra ,Rafaela Campos e Luiz Paulo
III-Tema
Dois amigos que não se viam há muitos anos porque estavam brigados e nem se lembravam do porquê. Pensaram que deveria ser bobagem. Conversaram, beberam, marcaram um outro encontro, mas um deles não compareceu porque havia se lembrado da bobagem que os fez brigar.
IV- Ambiente, tempo e situação social
A história acontece cada um em sua casa , em tempo presente, e os personagens são de classe média.
V- Narrador (tipo)
O narrador é onisciente, pois ele não participa da história.
VI- Fala dos personagens
A linguagem é formal.
VII- Caracterização dos personagens
1° amigo – calça jeans , camisa e tênis
2° amigo _ calça jeans , camiseta e tênis
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Quarteto
![]() |
| Luara |
![]() |
| Marcos Antonio |
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| Rayanne |
![]() |
| Matheus |
![]() |
| O grupo |
As fotos acima são da reunião do dia 20/06
Reuniões do grupo:
04/06-Reunião para fazer a dramatização do texto;
11/06-Reunião para o primeiro ensaio para a apresentação;
17/06-Reunião para ensaiar e para decidir o figurino e o cenário;
20/06-Reunião para decidir os últimos detalhes para a apresentação;
O cenário:
O nosso cenário será para lembrar um ônibus, vamos utilizar apenas cadeiras.
O figurino:
Rayanne: vestido;
Luara: vestido florido;
Marcos: calça e camisa;
Matheus: bermuda e camiseta.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Bobagem

Dramatização e Rubrica - Emocionado e um pouco bêbado aos cinco minutos do ano novo ele resolve telefonar para o velho desafeto .
-Alô ?
-Alô . Sou eu . Tudo bem . e sai andando.
-Eu quem ?Não sei realmente quem seja . fica preocupado com a ligação .
-Eu pô .
O outro fez silêncio depois disse :
-Ah e você .e ficou mais calmo .
-Olha aqui cara . eu estou telefonando para te desejar um feliz ano novo . e como você passou o natal ?
-Ah obrigado . Passei o natal muito bem e você ?
-Passei bem também . Olha aqui . sei lá pô ... meio tenso com o que ia dizer .
- Eu nem me lembro mais porque nos brigamos .Juro que não lembro . Cosa a cabeça para ver se lembrava .
-Eu também não lembro .
- Então grande . Como vai vivinha .
- Bem , Bem . Quer dizer , mais ou menos néh olha como esta este mundo a violencia as drogas isso preocupa muito nun e verdade?
-E sim .
-As exaquecas...ele ficou meio tenso , lembrou do motivo da briga .
ele ficou engasgado . de repente se deu conta de que tinha saudades até das enxaquecas da Vivinha . Como podiam passa tantos anos sem se ver , como podiam deixar uma bobagem afasta - lós daquela maneira ? As pessoas só dae importância ao que aproximava . Puxa ! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia fala .
-A vida é muito curta . Você esta me entendendo ? Assim não dá .
Era como se estivesse reclamado com Deus . a vida vem com tempo muito curto . Era preciso um tempo maior , senão não dava mesmo . E ainda despedaçava tempo com bobagem .
Ele quis marca um encontro . No Lucas , como antigamente .Ele voltou a telefonar . Falou secamente . Pediu desculpas , disse que não poderia ir ao encontro e despediu - se com um formal
" melhoras para a Vivinha "
Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga .
Ludmayra Aliria
Luis Paulo
Rafaela campos

Dramatização e Rubrica - Emocionado e um pouco bêbado aos cinco minutos do ano novo ele resolve telefonar para o velho desafeto .
-Alô ?
-Alô . Sou eu . Tudo bem . e sai andando.
-Eu quem ?Não sei realmente quem seja . fica preocupado com a ligação .
-Eu pô .
O outro fez silêncio depois disse :
-Ah e você .e ficou mais calmo .
-Olha aqui cara . eu estou telefonando para te desejar um feliz ano novo . e como você passou o natal ?
-Ah obrigado . Passei o natal muito bem e você ?
-Passei bem também . Olha aqui . sei lá pô ... meio tenso com o que ia dizer .
- Eu nen me lembro mais porque nos brigamos .Juro que não lembro . Cosa a cabeça para ver se lembrava .
-Eu também não lembro .
- Então grande . Como vai vivinha .
- Bem , Bem . Quer dizer , mais ou menos néh olha como esta este mundo a violencia as drogas isso preocupa muito nun e verdade?
-E sim .
-As exaquecas...ele ficou meio tenso , lembrou do motivo da briga .
ele ficou engasgado . de repente se deu conta de que tinha saudades até das exaquecas da Vivinha . Como podiam passae tantos anos sem se ver , como podiam deixar uma bobagem afastá - los daquela maneira ? As pessoas só dae impotancia ao que aproximava . Puxa ! Estava tão enternecido com as exaquecas da Vivinha que mal podia fala .
-A vida é muito curta . Você esta me entendendo ? Assim não dá .
Era como se estivesse reclamndo com Deus . a vida vem com tempo muito curto . Era preciso um tempo maior , senão não dav amesmo . E ainda despediçava tempo com bobagem .
Ele quis marca um encontro . No Lucas , como antigamente .Ele voltou a telefonar . Falou secamente . Pediu discupas , disse que não poderia ir ao encontro e despediu - se com um formal
" melhoras para a Vivinha "
Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga .
Ludmayra Aliria
Luis Paulo
Rafaela campos
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Quarteto
Direitos Humanos
Rubrica: Dentro de um ônibus, os turistas exclamavam “oh!”com entusiasmo.
Rayanne: Esta é a famosa praia de Ipanema
Marcos: Avenui dos bacana
Marcos: Caminho da minha casa
Luara: O quê?
Rayanne: Pessoas ricas moram aqui!
Rayanne: A garotas de Ipanema!
Luara: Oh!
Rayanne: La na frente é a pedra da Gávea
Marcos: o budum filho!
Luara: Oh!
Rayanne: O que foi isso?
Marcos: O budum filho. Me deve uma nota.
Rayanne: Mas você não vai parar o ônibus para falar com...
Marcos: Ah se não vou! Segura as pontas que eu já volto!
Rayanne: espera!
Rubrica: Algemiro puxa os freios de mão e corre atrás do budum filho. Os turistas pulam dos bancos para acompanhar a perseguição. Depois Algemiro volta com o budum.
Rayanne: Porque aqui?
Marcos: Quero ter uma conversa com este pilantra num particular.
Rayanne: Mas aqui?
Marcos: Calminha. É rápido.
Rubrica: O budum filho, aterrorizado, apela para a turista.
Matheus: Rélpi madame, é sequestro!
Marcos: Rélpi, eu vou te mostra seu caloteiro!
Luara: O que esta acontecendo?
Rayanne: nada, nada. É um garoto de Ipanema.
Luara: Oh!
Rayanne: O que foi dessa vez?
Marcos: Eu ganhei no bicho e ele não me pagou.
Matheus: Rélpi!
Marcos: E a minha grana, caloteiro?
Matheus: Que grana?
Marcos: Vem com essa, vem com essa!
Matheus: Ó Algemiro, ta me estranhando? Eu ia pagar!
Marcos: ia não!
Matheus: Vou!
Marcos: dúvida de bicho é sagrada!
Luara: O que é isso?
Marcos: jogo dos bicho.
Luara: Eu pague para ver uma excursão e não uma briga!
Luara: Nos devemos encontrar uma autoridade por perto!
Marcos: Autoridade nesse ônibus, sou eu!
Matheus: Rélpi, senhor!
Luara: Vamos deixá-lo ir.
Rayanne: Algemiro, primeiro vamos terminar a excursão , depois você cuida desse assunto.
Rubrica: Algemiro concorda com a guia. Mas o budum filho fica no ônibus, sob custódia dos turistas, até o fim da excursão e depois acertariam as contas. Budum senta do lado de uma turista americana, ela lhe oferece um drops de hortelã. Ele conversa sobre os seus sonhos com ela:
Matheus: O meu sonho é conhecer os Estados Unidos.
Marcos: Lá não entra caloteiro!
Rubrica: Ninguém olhava mais para a paisagem. Todas as atenções estavam no budum filho.Ele toca samba.
Luara: Toca um samba para a gente?
Matheus: Eu vou tocar um samba de Marinho da vila.
Rubrica: Ele acaba de tocar. A excursão acaba e ele ganha varias gorjetas. A guia diz para o Algemiro:
Rayanne: não faça nenhuma loucura.
Marcos: Eu só vou ter uma conversinha com esse desgraçado.
Rubrica: Algemiro fica sozinho no ônibus com o budum filho.
Marcos: Canta um samba agora, garoto.
Matheus: Algemiro, se eu fosse você, eu não me tocava.
Marcos: Ah, é?
Matheus: é
Matheus: é
Marcos: Por que ?
Matheus: Porque eu passei um bilhete para uma das madames, escondido.
Marcos: Que bilhete?
Matheus: para o Clinton
Marcos: Que Clinton?
Matheus: O presidente. Se me acontecer qualque coisa, ele vai ficar sabendo que foi você.
Marcos: Respeita os meus direitos humanos!
Matheus: Ah, é?
Marcos: Pois quem é o presidente lá é Bush e sabe que o Bush gosta de fazer com vagabundo?
Matheus: Não Algemiro, não.
segredo de familia
DRAMATIZAÇÃO COM A FALA DOS PERSONAGENS:FILHA;MÃE;PAI.
FILHO-WESLEY
MAE-RAYANE PRISCILA SIGNORINE
PAI-MATEUS SILVA
SEGREDO DE FAMILIA
Filha-Minha mãe uma mulher batalhadora que há muitos anos trabalha na cozinha de um restaurante,mas que nunca foi reconhecida por seu talento.
meu maoir sonho era poder ajudá-la
mas como?
Mãe-minha filha você ja ta quase terminando o ensino médio já sabe o que vai fazer na vida?
Filha-Mãe,eu li umaq reportagem que falava sobre o valor que os europeus dão a culinária brasileira .porque não tentamos vencer e indo para lá?
Mãe-Com que dinheiro minha filha?,além do mais a concorrencia é muito grande.
Pai-Eu recebi dinheiro do seguro quem sabe se a filha não tem razão mulher.
Mãe-Vamos fazer o seguinte,como o dinheiro é pouco,você vai sozinha pois ja é de maior e leva consigo uma receita de familia que a muito tempo fazer no restaurante em que trabalho,mas o patrao nao deixa.
Filha-Que receita é essa mae?
Mae-sufle de chuchu mas nao é qualquer sufle ele tgem um segredo vou te contar mas a ninguem conte e segredo de familia
Pai-Vai minha filha e que deus ilumine os seus caminhos voce tem a bençao de seus pais
DOIS ANOS SE PASSARAM.....
Mae-meu bem eu estou desempregada voce esta sem saude prara trabalhar e os credores virao tomar nossa casa por nao temos mais como pagar as prestaçoes
Pai-O pior de tudo isto e a falta de noticias de nossa filha .meu deus sera que ela esta bem?
mãe-amor!que carrão é aquele parado em frente nossa casa
pai-Eu não sei, mas deve ser o cobrador. minha querida o nosso fim chegou.
filha-Mãe,pai,sou eu
Mãe-Meu deus é nossa filha
pai-Minha filha que saudades. oque aconteceu?
filha-Mãe,pai,eu venci. tenho dois restaurantes lindos e de grande succeso,e eu vim pra leva-los comigo,agora vocês terão a vida que merecem
mãe-Mas como isto foi possivel
pai-filha você casou com um ricasso?
filha-Não pai,euvenci oferecendo aos europeus o melhor sufle-de-chuchu que pode existir
pai-Sufle-de-chuchu?
mãe-Começa a rir ah ah ah ah ah!
pai-Do que esta rindo mulher?
mãe e filha-(juntas) É segredo de familia
FIM
FILHO-WESLEY
MAE-RAYANE PRISCILA SIGNORINE
PAI-MATEUS SILVA
SEGREDO DE FAMILIA
Filha-Minha mãe uma mulher batalhadora que há muitos anos trabalha na cozinha de um restaurante,mas que nunca foi reconhecida por seu talento.
meu maoir sonho era poder ajudá-la
mas como?
Mãe-minha filha você ja ta quase terminando o ensino médio já sabe o que vai fazer na vida?
Filha-Mãe,eu li umaq reportagem que falava sobre o valor que os europeus dão a culinária brasileira .porque não tentamos vencer e indo para lá?
Mãe-Com que dinheiro minha filha?,além do mais a concorrencia é muito grande.
Pai-Eu recebi dinheiro do seguro quem sabe se a filha não tem razão mulher.
Mãe-Vamos fazer o seguinte,como o dinheiro é pouco,você vai sozinha pois ja é de maior e leva consigo uma receita de familia que a muito tempo fazer no restaurante em que trabalho,mas o patrao nao deixa.
Filha-Que receita é essa mae?
Mae-sufle de chuchu mas nao é qualquer sufle ele tgem um segredo vou te contar mas a ninguem conte e segredo de familia
Pai-Vai minha filha e que deus ilumine os seus caminhos voce tem a bençao de seus pais
DOIS ANOS SE PASSARAM.....
Mae-meu bem eu estou desempregada voce esta sem saude prara trabalhar e os credores virao tomar nossa casa por nao temos mais como pagar as prestaçoes
Pai-O pior de tudo isto e a falta de noticias de nossa filha .meu deus sera que ela esta bem?
mãe-amor!que carrão é aquele parado em frente nossa casa
pai-Eu não sei, mas deve ser o cobrador. minha querida o nosso fim chegou.
filha-Mãe,pai,sou eu
Mãe-Meu deus é nossa filha
pai-Minha filha que saudades. oque aconteceu?
filha-Mãe,pai,eu venci. tenho dois restaurantes lindos e de grande succeso,e eu vim pra leva-los comigo,agora vocês terão a vida que merecem
mãe-Mas como isto foi possivel
pai-filha você casou com um ricasso?
filha-Não pai,euvenci oferecendo aos europeus o melhor sufle-de-chuchu que pode existir
pai-Sufle-de-chuchu?
mãe-Começa a rir ah ah ah ah ah!
pai-Do que esta rindo mulher?
mãe e filha-(juntas) É segredo de familia
FIM
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Adolescência
Nome do grupo: Detonando
Integrantes do grupo: Letícia, Narluce e Cassiano
O apelido dele era "Cascão" e vinha da infância. Uma irmã mais velha
descobrira uma mancha escura que subia pela sua perna e que a mãe,
apreensiva, a princípio atribuiu a
seguida descobriu que era sujeira mesmo.
- Você não toma banho, menino?
- Tomo, mãe.
- E não se esfrega?
Aquilo já era pedir demais. E a verdade é que muitas vezes seus banhos eram
representações. Ele fechava a porta do banheiro, ligava o chuveiro, forte,
para que a mãe ouvisse o barulho, mas não entrava no chuveiro. Achava que
dois banhos por semana era o máximo de que uma pessoa sensata precisava.
Mais do que isso era mania.
O apelido pegou e, mesmo na sua adolescência, eram frequentes as alusões
familiares à sua falta de banho. Ele as agüentava estoicamente. Caluniadores
não mereciam resposta. Mas um dia reagiu.
- Sujo, não.
- Ah, é? - disse a irmã. - E isto o que é?
Com o dedo ela levantara do seu braço um filete de sujeira.
- Rosquinha não vale.
- Como não vale?
- Rosquinha, qualquer um.
Entusiasmado com a própria tese, continuou:
- Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que
tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou
o desafio.
Ele advertiu que passar o dedo, só, não bastava. Tinha que passar com
decisão. E, realmente, o dedo levantou, da dobra do braço da irmã, uma
rosquinha, embora ínfima, de sujeira.
- Viu só - disse ele, triunfante. - E digo mais: ninguém no mundo está livre
de uma rosquinha.
- Ah, essa não. No mundo? Manteve a tese.
- Ninguém.
- A rainha Juliana?
- Rosquinha. No pé. Batata.
No dia seguinte, no entanto, a irmã estava preparada para derrubar a sua
defesa.
- Cascão... - disse simplesmente. - A Catherine Deneuve. Ele hesitou. Pensou
muito. Depois concedeu. A Catherine Deneuve, realmente, não.
A irmã, sadicamente, ainda fingiu que queria ajudar.- Quem sabe atrás da orelha?
- Não, não - disse o Cascão tristemente, renunciando à sua tese. - A
Catherine Deneuve, nem atrás da orelha.
Nome da peça: Adolescência.
Nome dos alunos e personagens: Letícia ( narradora ), Narluce ( mãe e irmã) e Cassiano ( Cascão)
Tema: Os adolescentes que não gostam de tomar banho.
Ambiente, tempo e situação social: Em casa, adolescência e classe média.
Narrador tipo: de 3ª pessoa
Fala dos personagens: informal
Narrador(a): O apelido dele era "Cascão" e vinha da infância. Uma irmã mais velha
Integrantes do grupo: Letícia, Narluce e Cassiano
O apelido dele era "Cascão" e vinha da infância. Uma irmã mais velha
descobrira uma mancha escura que subia pela sua perna e que a mãe,
apreensiva, a princípio atribuiu a
seguida descobriu que era sujeira mesmo.
- Você não toma banho, menino?
- Tomo, mãe.
- E não se esfrega?
Aquilo já era pedir demais. E a verdade é que muitas vezes seus banhos eram
representações. Ele fechava a porta do banheiro, ligava o chuveiro, forte,
para que a mãe ouvisse o barulho, mas não entrava no chuveiro. Achava que
dois banhos por semana era o máximo de que uma pessoa sensata precisava.
Mais do que isso era mania.
O apelido pegou e, mesmo na sua adolescência, eram frequentes as alusões
familiares à sua falta de banho. Ele as agüentava estoicamente. Caluniadores
não mereciam resposta. Mas um dia reagiu.
- Sujo, não.
- Ah, é? - disse a irmã. - E isto o que é?
Com o dedo ela levantara do seu braço um filete de sujeira.
- Rosquinha não vale.
- Como não vale?
- Rosquinha, qualquer um.
Entusiasmado com a própria tese, continuou:
- Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que
tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou
o desafio.
Ele advertiu que passar o dedo, só, não bastava. Tinha que passar com
decisão. E, realmente, o dedo levantou, da dobra do braço da irmã, uma
rosquinha, embora ínfima, de sujeira.
- Viu só - disse ele, triunfante. - E digo mais: ninguém no mundo está livre
de uma rosquinha.
- Ah, essa não. No mundo? Manteve a tese.
- Ninguém.
- A rainha Juliana?
- Rosquinha. No pé. Batata.
No dia seguinte, no entanto, a irmã estava preparada para derrubar a sua
defesa.
- Cascão... - disse simplesmente. - A Catherine Deneuve. Ele hesitou. Pensou
muito. Depois concedeu. A Catherine Deneuve, realmente, não.
A irmã, sadicamente, ainda fingiu que queria ajudar.- Quem sabe atrás da orelha?
- Não, não - disse o Cascão tristemente, renunciando à sua tese. - A
Catherine Deneuve, nem atrás da orelha.
Roteiro
Nome da peça: Adolescência.
Nome dos alunos e personagens: Letícia ( narradora ), Narluce ( mãe e irmã) e Cassiano ( Cascão)
Tema: Os adolescentes que não gostam de tomar banho.
Ambiente, tempo e situação social: Em casa, adolescência e classe média.
Narrador tipo: de 3ª pessoa
Fala dos personagens: informal
Fala de cada personagem
Narrador(a): O apelido dele era "Cascão" e vinha da infância. Uma irmã mais velha
descobrira uma mancha escura que subia pela sua perna e que a mãe,
apreensiva, a princípio atribuiu a
seguida descobriu que era sujeira mesmo.
Mãe: - Você não toma banho, menino?
Cascão: - Tomo, mãe.
Mãe: - E não se esfrega?
Narrador(a): Aquilo já era pedir demais. E a verdade é que muitas vezes seus banhos eram
representações. Ele fechava a porta do banheiro, ligava o chuveiro, forte,
para que a mãe ouvisse o barulho, mas não entrava no chuveiro. Achava que
dois banhos por semana era o máximo de que uma pessoa sensata precisava.
Mais do que isso era mania.
O apelido pegou e, mesmo na sua adolescência, eram frequentes as alusões
familiares à sua falta de banho. Ele as agüentava estoicamente. Caluniadores
não mereciam resposta. Mas um dia reagiu.
Cascão: - Sujo, não.
Irmã: - Ah, é? - disse a irmã. - E isto o que é?
Irmã (rubrica): Com o dedo ela levantara do seu braço um filete de sujeira.
Cascão: - Rosquinha não vale.
Irmã: - Como não vale?
Cascão: - Rosquinha, qualquer um.
Cascão (rubrica): Entusiasmado com a própria tese, continuou:
Cascão: - Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que
tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou
o desafio.
Narrador(a): Ele advertiu que passar o dedo, só, não bastava. Tinha que passar com
decisão. E, realmente, o dedo levantou, da dobra do braço da irmã, uma
rosquinha, embora ínfima, de sujeira.
Cascão: - Viu só - disse ele, triunfante. - E digo mais: ninguém no mundo está livre
de uma rosquinha.
Irmã: - Ah, essa não. No mundo? Manteve a tese.
Cascão: - Ninguém.
Irmã: - A rainha Juliana?
Cascão: - Rosquinha. No pé. Batata.
Narrador(a): No dia seguinte, no entanto, a irmã estava preparada para derrubar a sua
defesa.
Irmã: - Cascão... - disse simplesmente. - A Catherine Deneuve. Ele hesitou. Pensou
muito. Depois concedeu. A Catherine Deneuve, realmente, nem na orelha .Irmã (rubrica): A irmã, sadicamente, ainda fingiu que queria ajudar. - Quem sabe atrás da orelha?
Cascão (rubrica):- Não, não - disse o Cascão tristemente, renunciando à sua tese. - A
Catherine Deneuve, nem atrás da orelha.
5/5 Reunião para fazer a dramatização do texto;
11/6 Reunião para nosso primeiro ensaio;
19/6 Reunião para nossos últimos ajuste sobre a peça.
nosso assunto não tem um cenário específico e apenas um diálogo entre os personagens.
uniforme
Nosso grupo acho muito interessante o método que foi desenvolvido a peça de teatro ,foi uma maneira diferente de apreendizagem. Por que foi divertido e muito legal ...
OBS: adoramos a peça !
Reuniões do grupo:
5/5 Reunião para fazer a dramatização do texto;
11/6 Reunião para nosso primeiro ensaio;
19/6 Reunião para nossos últimos ajuste sobre a peça.
O cenário:
nosso assunto não tem um cenário específico e apenas um diálogo entre os personagens.
Figurino:
uniforme
Relatório :
Nosso grupo acho muito interessante o método que foi desenvolvido a peça de teatro ,foi uma maneira diferente de apreendizagem. Por que foi divertido e muito legal ...
OBS: adoramos a peça !
O Otimista
O Pessimista não conseguia fazer o Otimista se desesperar.
Uma vez tinham tido uma conversa seríssima sobre a condição humana,
com o Pessimista tentando o convencer o Otimista de que a existência era uma coisa absurda.
-Nós não somos nada.Somos seres insiguinificantes,num planeta sem importância,num Universo sentido!
-Certo-concordara o otimista.-Mas fora isso....
-Outra vez o Pessimista declarara que nada valia a pena porque em alguns bilhões de anos o Sol se expandiria e todo o sitema solar inclusive, a Terra,seria pulverizado.Ao que o Otimista retrucara:
-Você,então,não recomenda investir em imovéis?
Nem a situação do Brasil preocupava muito o Otimista.
-sabe como é que nós vamos acabar?-disse,uma vez,o Pessimista.-comendo rato.Caçando rato pra botar na mesa.
-Como?-perguntou o Otimista,interessado.
-Assado!
OOtimista ponderou esta informação.depois quis saber.
-Com quê?
Não é que fosse um simples.È que sempre via o outro lado da questão.Gostava de dizer coisas como''tudo se arrajará" e"quando é noite aqui,é porque é dia em outro lugar ".Era a sua maneira de ser prático e manter a boa disposição.Usava muito frases que começavam com"por outro lado"
-Nós não vamos desta para melhor -lamentava-se o Pessimista.-Não existe outra vida depois desta.È terrivel.
-Por outro lado..-observava o Otimista-nós não precisamos nos preocupar com a transferência do domicilio eleitoral...
Certa vez,no bar onde se encontravam para o chope diário,o Pessimista começou a falar na possibilidade de uma guerra nuclear.
-Você ai,com essa cara alegre,e nós podemos muito bem estar a poucos minutos de uma guerra atômica.
-Será?
-Sabe quanto tempo levaria para o mundo inteiro ser destruido numa guerra nuclear?Meia hora.
O Otimista chamou o garçom e pediu:
-Outro chope.
-Meia hora,nada.Quinze minutos!-corrigiu-se o Pessimista.
O Otimista chamou o garçom de volta.
-Traz logo dois.E bota na conta.
Um dia o Pessimista entrou no bar agitadíssimo,entre apavorado e eufórico.Suas piores previsões tinham se confirmado.
-È ele!
-O quê?
-O Apocalipse!
-Você está brincando.
-venham ver.A terra esta se abrindo em fendas.Chove enxofre È o fim dos tempos!
-Por outro lado...-começou o Otimista.
-Desta vez não tem outro lado!-berrou o Pessimista.-È o fim mesmo.
Saíram á rua e ,de fato era o fim.Tudo ruía.Labaredas subiam de rachaduras no chão.As pessoas corriam sem rumo,em pânico,ou então se ajoelhavam e pediam clemência a Deus.E no céu,por entre nuvens grossas e negras,surgiram os quatros cavaleiros do Apocalipse montando seus terriveis animais.
-Está vendo?-gritou o Pessimista para o Otimista ,triunfante.-São os quatros cavaleiros do Apocalipse.O que é que você me diz agora?
O Otimista estava estudando atentamente os quatros cavalos que galopavam nas nuvens em direção á Terra conflagrada.Finalmente,tomou a decisão:
-Aposto na peste e dou a tropa!
GRUPO:MAYANE, THAMIRIS, SIMONE, JOSEFINA
Roteiro para apresentação do Teatro.
1- Nome da peça(conto).
O Otimista
2-Nomes dos alunos e personagens.
Mayane :Narradora,Thamiris : Pessimista ,Garçonete:Josefina ,Otimista:Simone
3-Ambiente ,tempo,situação socail.
Bar,Presente,Classe Média.
4- Narrador tipo
A narradora também participa do teatro.
5-Fala dos persnagens .
Narradora-O Pessimista não conseguia fazer o Otimista se desesperar.
Uma vez tinham tido uma conversa seríssima sobre a condição humana,
com o Pessimista tentando o convencer o Otimista de que a existência era uma coisa absurda.
Pessimista -Nós não somos nada.Somos seres insiguinificantes,num planeta sem importância,num Universo sentido!
Otimista-Certo-concordara o otimista.-Mas fora isso....
Narradora -Outra vez o Pessimista declarara que nad valia a pena porque em alguns bilhões de anos o Sol se expandiria e todo o sitema solar inclusive, a Terra,seria pulverizado.Ao que o Otimista retrucara:
Narradora -Você,então,não recomenda investir em imovéis?
Pessimista-Nem a situação do Brasil preocupava muito o Otimista.
-sabe como é que nós vamos acabar?-disse,uma vez,o Pessimista.-comendo rato.Caçando rato pra botar na mesa.
Otimista-Como?-perguntou o Otimista,interessado.
-Assado!
Narradora-O Otimista ponderou esta informação.depois quis saber.
Otimista-Com quê?
Narradora-Não é que fosse um simples.È que sempre via o outro lado da questão.Gostava de dizer coisas como''tudo se arrajará" e"quando é noite aqui,é porque é dia em outro lugar ".Era a sua maneira de ser prático e manter a boa disposição.Usava muito frases que começavam com"por outro lado"
Pessimista-Nós não vamos desta para melhor -lamentava-se o Pessimista.-Não existe outra vida depois desta.È terrivel.
Otimista-Por outro lado..-observava o Otimista-nós não precisamos nos preocupar com a transferÊncia do domicilio eleitoral...
Narradora-Certa vez,no bar onde se encontravam para o chope diário,o Pessimista começou a falar na possibilidade de uma guerra nuclear.
Pessimista -Você ai,com essa cara alegre,e nós podemos muito bem estar a poucos minutos de uma guerra atômica.
Otimista-Será?
Pessimista-Sabe quanto tempo levaria para o mundo inteiro ser destruido numa guerra nuclear?Meia hora.
Narradora -O Otimista chamou o garçom e pediu:
Otimista-Outro chope.
Pessimista-Meia hora,nada.Quinze minutos!-corrigiu-se o Pessimista.
Narradora-O Otimista chamou o garçom de volta.
Otimista-Traz logo dois.E bota na conta.
Narradora-Um dia o Pessimista entrou no bar agitadíssimo,entre apavorado e eufórico.Suas piores previsões tinham se confirmado.
Pessimista-È ele!
Otimista-O quê?
Pessimista-O Apocalipse!
-Você está brincando.
Pessimista-venham ver.A terra esta se abrindo em fendas.Chove enxofre È o fim dos tempos!
Otimista-Por outro lado...-começou o Otimista.
Pessimista-Desta vez não tem outro lado!-berrou o Pessimista.-È o fim mesmo.
Narradora- Saíram á rua e ,de fato era o fim.Tudo ruía.Labaredas subiam de rachaduras no chão.As pessoas corriam sem rumo,em pânico,ou então se ajoelhavam e pediam clemência a Deus.E no céu,por entre nuvens grossas e negras,surgiram os quatros cavaleiros do Apocalipse montando seus terriveis animais.
Pessimista-Está vendo?-gritou o Pessimista para o Otimista ,triunfante.-São os quatros cavaleiros do Apocalipse.O que é que você me diz agora?
Narradora-O Otimista estava estudando atentamente os quatros cavalos que galopavam nas nuvens em direção á Terra conflagrada.Finalmente,tomou a decisão:
-Otimista-Aposto na pesta e dou a tropa!
6-Caracterização dos personagens
Roupa normal,calça jens,blusa Branca,Tênis.
Nome do grupo: "As Poderosas"
Uma vez tinham tido uma conversa seríssima sobre a condição humana,
com o Pessimista tentando o convencer o Otimista de que a existência era uma coisa absurda.
-Nós não somos nada.Somos seres insiguinificantes,num planeta sem importância,num Universo sentido!
-Certo-concordara o otimista.-Mas fora isso....
-Outra vez o Pessimista declarara que nada valia a pena porque em alguns bilhões de anos o Sol se expandiria e todo o sitema solar inclusive, a Terra,seria pulverizado.Ao que o Otimista retrucara:
-Você,então,não recomenda investir em imovéis?
Nem a situação do Brasil preocupava muito o Otimista.
-sabe como é que nós vamos acabar?-disse,uma vez,o Pessimista.-comendo rato.Caçando rato pra botar na mesa.
-Como?-perguntou o Otimista,interessado.
-Assado!
OOtimista ponderou esta informação.depois quis saber.
-Com quê?
Não é que fosse um simples.È que sempre via o outro lado da questão.Gostava de dizer coisas como''tudo se arrajará" e"quando é noite aqui,é porque é dia em outro lugar ".Era a sua maneira de ser prático e manter a boa disposição.Usava muito frases que começavam com"por outro lado"
-Nós não vamos desta para melhor -lamentava-se o Pessimista.-Não existe outra vida depois desta.È terrivel.
-Por outro lado..-observava o Otimista-nós não precisamos nos preocupar com a transferência do domicilio eleitoral...
Certa vez,no bar onde se encontravam para o chope diário,o Pessimista começou a falar na possibilidade de uma guerra nuclear.
-Você ai,com essa cara alegre,e nós podemos muito bem estar a poucos minutos de uma guerra atômica.
-Será?
-Sabe quanto tempo levaria para o mundo inteiro ser destruido numa guerra nuclear?Meia hora.
O Otimista chamou o garçom e pediu:
-Outro chope.
-Meia hora,nada.Quinze minutos!-corrigiu-se o Pessimista.
O Otimista chamou o garçom de volta.
-Traz logo dois.E bota na conta.
Um dia o Pessimista entrou no bar agitadíssimo,entre apavorado e eufórico.Suas piores previsões tinham se confirmado.
-È ele!
-O quê?
-O Apocalipse!
-Você está brincando.
-venham ver.A terra esta se abrindo em fendas.Chove enxofre È o fim dos tempos!
-Por outro lado...-começou o Otimista.
-Desta vez não tem outro lado!-berrou o Pessimista.-È o fim mesmo.
Saíram á rua e ,de fato era o fim.Tudo ruía.Labaredas subiam de rachaduras no chão.As pessoas corriam sem rumo,em pânico,ou então se ajoelhavam e pediam clemência a Deus.E no céu,por entre nuvens grossas e negras,surgiram os quatros cavaleiros do Apocalipse montando seus terriveis animais.
-Está vendo?-gritou o Pessimista para o Otimista ,triunfante.-São os quatros cavaleiros do Apocalipse.O que é que você me diz agora?
O Otimista estava estudando atentamente os quatros cavalos que galopavam nas nuvens em direção á Terra conflagrada.Finalmente,tomou a decisão:
-Aposto na peste e dou a tropa!
GRUPO:MAYANE, THAMIRIS, SIMONE, JOSEFINA
Roteiro para apresentação do Teatro.
1- Nome da peça(conto).
O Otimista
2-Nomes dos alunos e personagens.
Mayane :Narradora,Thamiris : Pessimista ,Garçonete:Josefina ,Otimista:Simone
3-Ambiente ,tempo,situação socail.
Bar,Presente,Classe Média.
4- Narrador tipo
A narradora também participa do teatro.
5-Fala dos persnagens .
Narradora-O Pessimista não conseguia fazer o Otimista se desesperar.
Uma vez tinham tido uma conversa seríssima sobre a condição humana,
com o Pessimista tentando o convencer o Otimista de que a existência era uma coisa absurda.
Pessimista -Nós não somos nada.Somos seres insiguinificantes,num planeta sem importância,num Universo sentido!
Otimista-Certo-concordara o otimista.-Mas fora isso....
Narradora -Outra vez o Pessimista declarara que nad valia a pena porque em alguns bilhões de anos o Sol se expandiria e todo o sitema solar inclusive, a Terra,seria pulverizado.Ao que o Otimista retrucara:
Narradora -Você,então,não recomenda investir em imovéis?
Pessimista-Nem a situação do Brasil preocupava muito o Otimista.
-sabe como é que nós vamos acabar?-disse,uma vez,o Pessimista.-comendo rato.Caçando rato pra botar na mesa.
Otimista-Como?-perguntou o Otimista,interessado.
-Assado!
Narradora-O Otimista ponderou esta informação.depois quis saber.
Otimista-Com quê?
Narradora-Não é que fosse um simples.È que sempre via o outro lado da questão.Gostava de dizer coisas como''tudo se arrajará" e"quando é noite aqui,é porque é dia em outro lugar ".Era a sua maneira de ser prático e manter a boa disposição.Usava muito frases que começavam com"por outro lado"
Pessimista-Nós não vamos desta para melhor -lamentava-se o Pessimista.-Não existe outra vida depois desta.È terrivel.
Otimista-Por outro lado..-observava o Otimista-nós não precisamos nos preocupar com a transferÊncia do domicilio eleitoral...
Narradora-Certa vez,no bar onde se encontravam para o chope diário,o Pessimista começou a falar na possibilidade de uma guerra nuclear.
Pessimista -Você ai,com essa cara alegre,e nós podemos muito bem estar a poucos minutos de uma guerra atômica.
Otimista-Será?
Pessimista-Sabe quanto tempo levaria para o mundo inteiro ser destruido numa guerra nuclear?Meia hora.
Narradora -O Otimista chamou o garçom e pediu:
Otimista-Outro chope.
Pessimista-Meia hora,nada.Quinze minutos!-corrigiu-se o Pessimista.
Narradora-O Otimista chamou o garçom de volta.
Otimista-Traz logo dois.E bota na conta.
Narradora-Um dia o Pessimista entrou no bar agitadíssimo,entre apavorado e eufórico.Suas piores previsões tinham se confirmado.
Pessimista-È ele!
Otimista-O quê?
Pessimista-O Apocalipse!
-Você está brincando.
Pessimista-venham ver.A terra esta se abrindo em fendas.Chove enxofre È o fim dos tempos!
Otimista-Por outro lado...-começou o Otimista.
Pessimista-Desta vez não tem outro lado!-berrou o Pessimista.-È o fim mesmo.
Narradora- Saíram á rua e ,de fato era o fim.Tudo ruía.Labaredas subiam de rachaduras no chão.As pessoas corriam sem rumo,em pânico,ou então se ajoelhavam e pediam clemência a Deus.E no céu,por entre nuvens grossas e negras,surgiram os quatros cavaleiros do Apocalipse montando seus terriveis animais.
Pessimista-Está vendo?-gritou o Pessimista para o Otimista ,triunfante.-São os quatros cavaleiros do Apocalipse.O que é que você me diz agora?
Narradora-O Otimista estava estudando atentamente os quatros cavalos que galopavam nas nuvens em direção á Terra conflagrada.Finalmente,tomou a decisão:
-Otimista-Aposto na pesta e dou a tropa!
6-Caracterização dos personagens
Roupa normal,calça jens,blusa Branca,Tênis.
Nome do grupo: "As Poderosas"
Dueto girls

Roteiro da apresentação
Nossa apresentação foi realizaada no dia 22 de junho, ela ficou bastante interessante e conseguimos dominar o texto e a apresentação. Gostamos muito da apresentção pois conseguimos alcançaar nosso objetivo. Nossa nota foi 4,0 pts.
SEXA
- Hmmmm?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe, porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai...
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática...
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe, porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai...
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática...
SEXA (texto dramatizado)
(foto das integrantes. Natália e Ana Paula)
Filha - Manoela (Ana Paula)
Enquanto Manoela estudava, sua mãe chega das compra...
Mãe: Olá filha! - sem resposta ela continua. Como foi o teu dia na escola?
Manoela: A mesmo coisa de sempre enquanto essa greve permanecer.
Mãe: Hm. Preciso dar um jeito nisso.
Manoela /num tom irônico ela responde: Ah, sério?
Mãe: Aaaah, vou guardar essas coisas e passar suas roupas..
Asssim que sua mãe retorna a sala para passar as roupas, Manoela resolve tirar um dúvida..
Mãe: Hm. Preciso dar um jeito nisso.
Manoela /num tom irônico ela responde: Ah, sério?
Mãe: Aaaah, vou guardar essas coisas e passar suas roupas..
Asssim que sua mãe retorna a sala para passar as roupas, Manoela resolve tirar um dúvida..
Manoela: Mãe...
Mãe: Hmmm?
Manoela: Como é o feminino de sexo?
Mãe: O quê?
Manoela: O feminino de sexo.
Mãe: Não tem.
Manoela: Sexo não tem feminino?
Mãe: Não.
Manoela: Só tem sexo masculino?
Mãe /ela se levanta e diz: É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
Manoela: E como é o feminino de sexo?
Mãe: Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
Manoela: Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
Mãe: O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
Manoela: Não devia ser "a sexa"?
Mãe: Não Manoela.
Manoela: Por que não?
Mãe: Porque não! "Sexo" é sempre masculino.
Manoela: O sexo da mulher é masculino?
Mãe: Sexo é o mesmo. Igual ao do homem.
Manoela: O sexo da mulher é igual ao do homem?
Mãe /ela senta ao lado da filha: É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
Manoela: Certo.
Mãe: São duas coisas diferentes.
Manoela: Então como é o feminino de sexo?
Mãe: É igual ao masculino.
Manoela: Mas não são diferentes?
Mãe: Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
Manoela: Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
Mãe: A palavra é masculina.
Manoela: Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
Mãe: Chega! Vai fazer seus deveres que você ganha mais, vai...
Manoela: E como é o feminino de sexo?
Mãe: Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
Manoela: Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
Mãe: O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
Manoela: Não devia ser "a sexa"?
Mãe: Não Manoela.
Manoela: Por que não?
Mãe: Porque não! "Sexo" é sempre masculino.
Manoela: O sexo da mulher é masculino?
Mãe: Sexo é o mesmo. Igual ao do homem.
Manoela: O sexo da mulher é igual ao do homem?
Mãe /ela senta ao lado da filha: É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
Manoela: Certo.
Mãe: São duas coisas diferentes.
Manoela: Então como é o feminino de sexo?
Mãe: É igual ao masculino.
Manoela: Mas não são diferentes?
Mãe: Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
Manoela: Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
Mãe: A palavra é masculina.
Manoela: Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
Mãe: Chega! Vai fazer seus deveres que você ganha mais, vai...
A menina sai e a mãe comenta com o pai:
Mãe: Temos que ficar de olho nessa menina... Ela só pensa em gramática... (risos)INFORMAÇÃO DA DRAMATIZAÇÃO
Nosso texto Dramatizado foi pouco modificado, por ser um pequeno diálogo. Foi alterado os personagens, na qual o texto original é um diálogo entre pai e filho e no nosso sendo entre mãe e filha.
ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO
I- Nome da peça
Sexa
II- Nome dos alunos e personagens
- mãe: Natália Dias
- fillha: Ana Paula
- pai: Ana Paula
III- Tema
Uma menina interroga a mãe sobre o feminino de sexo.
IV- ambiente, tempo e situação social
a peça será representada na sala de casa(ambiente comum), em fatos presentes e a situação social da família é de classe média.
V- narrador (tipo)
O texto se apresenta em forma de diálogo, na qual é sem a interferência do narrador (narrador do gênero dramático).VI- Fala dos personagens
Formal
VII- Caracterização dos personagens
mãe: calça,blusa e chinelo.
filha: calça,blusa e tênis.
RELATÓRIO
O andamento para a apresentação está em grande modificação, pois não foi confirmado a participação de uma das integrantes.
Mas, até então, foi definido como será apresentada a peça.
cenário: A apresentação será retratada numa sala com, mesa,cadeiras, televisão,mesa de passar roupa, ferro, etc. E alguns objetos, serão improvisados como, por exemplo, a tv, que será de papelão.
figurino: Por ser um ambiente comum, as roupas também serão, como:calças,blusas, chinelo ou tênis.
Não ocorreu ensaios até o exato momento, pois o conteúdo, as decisões, o blog e a apresentação, ainda estão sendo mudados.
RELATÓRIO
O andamento para a apresentação está em grande modificação, pois não foi confirmado a participação de uma das integrantes.
Mas, até então, foi definido como será apresentada a peça.
cenário: A apresentação será retratada numa sala com, mesa,cadeiras, televisão,mesa de passar roupa, ferro, etc. E alguns objetos, serão improvisados como, por exemplo, a tv, que será de papelão.
figurino: Por ser um ambiente comum, as roupas também serão, como:calças,blusas, chinelo ou tênis.
Não ocorreu ensaios até o exato momento, pois o conteúdo, as decisões, o blog e a apresentação, ainda estão sendo mudados.
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